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Exército prova a viabilidade da BR 319

A 12a Região Militar tendo à frente o seu comandante, o general de Divisão Omar Zendim transportou de maneira pioneira 28 toneladas de medicamentos, alimentos, fardamentos e munição em um comboio de 21 viaturas e 58 militares pela BR 319 durante os dias 9 e 10 de agosto.

A viagem do comboio começou em Porto Velho passando por Humaitá, Careiro Castanho, Careiro da Várzea e chegando à capital amazonense no porto da Ceasa.

Os militares percorreram 880 quilômetros, dentre eles o trecho de mais de 400 quilômetros conhecido como o meio da BR 319, que recentemente teve a licença ambiental liberada pelas autoridades ambientais, para a sua pavimentação e asfaltamento.

Mesmo com a precariedade da rodovia com pontes de madeiras fragilizadas e intermináveis buracos, o comboio avançou sem nenhum incidente, além da manutenção básica das viaturas para abastecimento e a troca de pneus.

Ao longo da viagem os militares também conversaram com moradores locais, onde por unanimidade, como eu que estava presente pude observar, o povo da estrada defende o seu asfaltamento com os motivos de integração nacional, direito de ir e vir e a melhor alternativa de escoamento de alimentos, remédios e todo tipo de mercadorias.

” Eu estou aqui para ajudar no reflorestamento com árvores nativas a região, e para fortalecer o desenvolvimento regional com sustentabilidade” disse o major brigadeiro da reserva José Hugo Volkmer, que tem propriedade entre o Careiro Castanho e o Rio Tupana.

Brigadeiro Volkmer

O agricultor Antônio Miguel de Morais, que produz cupuaçú, graviola, manga e coco no km 240 disse “que a estrada recebe centenas de caminhões e que muitos ficam atolados na lama e quebrados nos buracos, mas que foi a primeira vez que viu um comboio do Exército. Agora vai”.

Agilson Souza Lima

O agricultor Agilson Souza Lima mora no quilômetro 147 da BR 319 e está se especializando no plantio de árvores nativas às margens da rodovia federal. Ele entende que o desenvolvimento tem que vir acompanhado com sustentabilidade e que o asfaltamento da estrada não será um sinal para a destruição, mas de respeito à natureza

O comandante Omar Zemdim disse “que o comboio teve função militar e que fez questão de estar à frente, por ser esta uma ação pioneira de relevância para o abastecimento da tropa da Amazônia Ocidental comandada pelo general Achilles Furlan, comandante do Comando Militar da Amazônia.

Matéria de Antonio Ximenes

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